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Dúvidas sobre como funciona o iLok? Entenda tudo sobre esse dispositivo

Publicado em 02 janeiro 2013 por Cristiano Moura

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Chave de iLok

A partir do Pro Tools 9, usuários tiveram que aprender a lidar com um hardware a mais, o iLok. Este é um equipamento que guarda as licenças e chaves de registro de softwares adquiridos.

Para quem procura uma resposta rápida de como funciona, são cinco passos:

  1. Você cria uma conta (é grátis) no site www.iLok.com
  2. Você compra um iLok e sincroniza com essa conta via internet.
  3. Ao comprar um software, as licenças serão depositadas na sua conta de iLok.
  4. Você deverá acessar sua conta de iLok com sua chave de iLok plugada no USB para transferir suas compras para o equipamento.
  5. Instale o software no seu computador. Ao carregar, ele procurará pela sua chave de iLok contendo a licença.

Preferi, a partir deste ponto, escrever este artigo baseado nas perguntas mais recorrentes.

“O que é o iLok?”

Diferente do que muitos imaginam, o iLok não é um pendrive onde se carrega o software, mas sim onde está a parte essencial para se rodar um software, que é a licença. Entenda ele efetivamente como um “chaveiro”, que possui as chaves necessárias para cada software ser executado.

A primeira geração pode carregar até 118 licenças (chaves), enquanto a segunda geração pode carregar até 500 licenças.

“E se eu tiver mais de 500 licenças de software? O que fazer?”

Bem, seu “chaveiro” ficou pequeno para o número de chaves que você possui. Então a solução é realmente comprar outro iLok. E se quiser deixar tudo disponível ao mesmo tempo (no caso de plug-ins por exemplo), vai precisar de duas portas USB disponíveis na máquina (ou Hub USB).

Sua conta de iLok

Entendido o que é um iLok e sua função, está na hora de entender o processo de como obter licenças e transferir para esse dispositivo.

Ao comprar um software que utiliza esse serviço, o comprador recebe dois componentes:

  1. o software, via download, DVD, CD ou PenDrive.
  2. a licença, para ser transferida para o iLok.

Para receber esta licença, o usuário precisa ter uma conta de iLok. Isso é gratuito e, sinceramente, meu conselho é que todos façam uma pequena pausa na leitura deste artigo e criem a sua conta de iLok agora. É simples, rápido, gratuito e não precisa ter um iLok para se abrir uma conta.

Ok, daqui para frente vamos fazer outra analogia. Vamos imaginar:

  • nossa conta de iLok  = uma conta de banco
  • a licença  = dinheiro em cash
  • o iLok Smart Key = é sua carteira. 

Ou seja, a empresa vai depositar a licença /”dinheiro na sua conta”. Ela fica sob custódia do “banco” e, a qualquer momento, é possível transferir/”sacar a licença”/dinheiro e transferir para seu iLok/carteira.

Cuidado! Seu iLok é precioso!

Eu gosto de fazer essa analogia, porque fica bem claro porque é preciso ter muito cuidado com seu iLok.

A partir do momento em que a licença saiu da sua conta e foi para seu iLok, ninguém mais no mundo tem responsabilidade por essa licença a não ser você. Exatamente, como o dinheiro que você sacou no caixa eletrônico e colocou na sua carteira.

“O que acontece se eu perder ou roubarem meu iLok?”

Exatamente a mesma coisa que aconteceria se você perdesse ou roubassem sua carteira. Ou seja, você perde suas licenças, e não tem para quem recorrer. Do mesmo jeito que não dá para ligar para o banco e dizer:

- olá, saquei 300 reais agora pouco ai no caixa eletrônico mas perdi na rua… poderiam me reembolsar?

Também não dá pra ligar para quem te depositou o dinheiro e falar

- oi… então… eu recebi seu depósito, mas em seguida fui roubado. Pode me depositar mais R$300?

E da mesma forma… não dá para ligar para a iLok ou a empresa e pedir outra licença.

“Mas isso é um absurdo! Eles não tem o registro da minha licença na minha conta? Porque então não podem me reembolsar?”

Novamente, a analogia do banco, dinheiro e depositante funcionam bem… Lembre-se de que o banco também tem um extrato de que um depósito foi feito, mas se te reembolsarem os R$300, não concorda que seria muito simples burlar o sistema?

Eu poderia todo dia, sacar R$1000, gastar tudo e no dia seguinte poderia ligar para o banco para dizer que fui roubado e esperar o reembolso.

Então fica a dica: iLok não é para ficar andando por ai no chaveiro para ir para festa, restaurante ou passear no parque com os filhos. Só tire ele de casa se for realmente usar.

 

“E seu meu iLok quebrar. Eu perco minha licença também?”

Não. Neste caso você pode enviar o seu iLok para uma revenda autorizada, que eles irão entrar em contato com a empresa iLok e disponibilizar a transferência para um novo iLok.

“E quais as vantagens deste sistema?”

Uma das maiores vantagens é que, é possível instalar o software em quantos computadores você quiser. Eu tenho meus plug-ins instalados no meu desktop, laptop, meu estúdio, em todos os computadores da escola na qual trabalho e em qualquer outro estúdio que eu esteja trabalhando no momento.

Tudo isso é perfeitamente legal porque eu só tenho uma licença e está separada no meu iLok. Isso garante para o fabricante dos plug-ins que somente um computador poderá rodar a licença por vez.

Então, hoje em dia, cada produtor ou engenheiro de som teu o seu iLok com suas licenças. Eles transitam por diversos estúdios nos quais centenas de plug-ins estão instalados. Ele, então, pluga o seu iLok e tem um sistema rodando todos os softwares que ele, de fato, tem.

Outra vantagem é que eu posso emprestar ou pegar emprestado um iLok de um amigo. Digamos que para um projeto específico, um amigo precisa de um bom redutor de ruído como o iZotope RX para limpar dois tracks de violão que foram extremamente mal captados, mas ele não tem interesse em comprar, já que este plug-in só será útil neste projeto. Então, eu posso emprestar o meu iLok por algumas horas para ele cuidar dos tracks e me devolver no final do dia.

Seguindo o mesmo raciocínio, algumas empresas começaram a alugar seus plug-ins. Ou seja, eles disponibilizam uma licença que expira depois de alguns dias. Existem centenas de plug-ins maravilhosos que são desenvolvidos para situações específicas. Alugar o plug-in por alguns dias (como alugar um equipamento), pode ser muito mais econômico do que comprar.

Venda de licenças entre usuários

Através deste sistema, é possível vender suas licenças para outra pessoa. Isso também é uma vantagem. Vamos supor que eu comprei o RVOX, um plug-in de compressão da Waves, mas em algum outro momento a Waves lançou uma promoção vendendo todos seus compressores por metade do preço e eu também não resisti e comprei.

E agora eu me vejo com duas licenças do Rvox. Graças ao sistema iLok, eu posso vender para um amigo este plug-in por um preço convidativo para os dois.

A iLok cobra US$25 por transferência.

 

 

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Dez mandamentos para utilizar o Pro Tools

Publicado em 01 setembro 2011 por André Iunes Pinto

Banner Pro Class

Para utilizar o Pro Tools com o mínimo de tranquilidade, é importante estar em dia com algumas recomendações da própria Avid. Neste breve artigo, também adicionei algumas impressões pessoais de equívocos comuns que deveriam ser evitados para a utilização mais consistente do software.

1 – Não utilizar o software sem antes fazer os ajustes recomendados pela Avid:

A Avid tem um passo-a-passo (chamados de optmization guides) de como ajustar o seu Pc ou Mac para um melhor rendimento. Acompanhe no link abaixo.

http://avid.custkb.com/avid/app/selfservice/search.jsp?DocId=367983

 

2 – Não operar sem conhecer os atalhos básicos:

Zoom IN/OUT = letras R e T

Intercambiar entre Janelas de Edição e Mix = Crtl/Command + “igual”.

Play e Stop = Barra de espaço

Rebobinar = Enter

Gravar = F12 ou Crtl/Command + barra de espaço ou 3 no teclado numérico.

Fazer uma ação com todos os tracks = faça com o Alt/option apertado

3 – Manter o HD desfragmentado, mesmo no Mac:

No windows, recomendo utilizar o Defraggler (www.defraggler.com).

No Mac, experimente o iDefrag (http://www.coriolis-systems.com/iDefrag.php).

4 – Evite utilizar o vídeo track visualizando frames (thumbnails):

Utilizando a visualização em blocks geralmente é o suficiente, e alivia o processamento de vídeo.

5 – Não utilizar todos os processadores no Playback Engine sem necessidade:

Em Setup > Playback Engine existe um campo chamado “Host Processors”, que erroneamente muitos costumam colocar no máximo. O problema é que isso pode afetar automações, processamento de vídeo e outros softwares rodando em paralelo via Rewire. Só utilize no máximo quando estiver encontrando erros persistentes que estejam ligados ao processamento RTAS.

6 – Evitar atualizações de sistema, a não ser quando recomendado pela Avid:

Uma corrente diz que é importante sempre estar atualizado. Outra corrente diz que se tudo está funcionando, é melhor não mexer. A Avid recomenda que se evite atualizar o sistema (Mac OS e Windows), mas esteja sempre atualizado com as correções das versões do Pro Tools disponibilizadas gratuitamente.

7 – Não gravar no disco de sistema:

A Avid não suporta oficialmente sessões que estão rodando no disco de sistema. Tenha sempre um disco adicional, seja interno ou externo se quiser estar dentro das recomendações mínimas.

8 – Aprender a diferença entre ticks e samples:

Muitas funções dependem de um bom entendimento desse sistema. Ticks é chamado de tempo relativo e está ligado ao tempo musical. Samples é o tempo absoluto que está ligado aos minutos e segundos. Se quiser ser um bom editor, aprofunde-se no conceito de bases de tempo.

9 – Reconhecer a diferença entre Save, Save as e Save copy in.

Para cada um dos casos, existe uma recomendação.

Utilize Save para salvar sua sessão atual.

Já o Save As, salva o arquivo ptf com outro nome mas continua compartilhando os dados da outra sessão. Utilize para salvar várias versões do mesmo projeto.

Já no Save copy in, é possível criar uma nova sessão completamente independente. É um ótimo comando para obter um backup limpo.

10 – Para posicionar o cursor, clicar sempre na régua de tempo:

É possível posicionar o cursor clicando em qualquer track se estiver usando a ferramenta de seleção. Já com o trim, ou grabber, o cursor não será posicionado e você pode acabar fazendo besteiras muito grandes ao clicar em um track. É muito melhor se acostumar a clicar na régua de tempo na parte superior da tela do programa, pois evita qualquer tipo de acidente e funciona com todas as ferramentas de edição.

 

Cristiano Moura é certificado pela Avid como Pro Tools Expert Music Certified Instructor e ministra cursos de Pro Tools, Sibelius e Mixagem na ProClass, no Rio de Janeiro.

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Automatic Delay Compensation no Pro Tools 9

Publicado em 06 julho 2011 por Cristiano Moura

Uma das funções mais requisitadas dos últimos tempos pelos usuários do Pro Tools LE é em relação à implementação do ADC, que significa Automatic Delay Compensation. Uma tarefa relativamente fácil para a equipe técnica da Avid, pois esse sistema já existia para Pro Tools HD faz algum tempo.

Muitos nem sabiam muito bem para que servia, mas é aquela coisa… se o “vizinho” tem, eu também quero ter. E era mais ou menos essa a sensação, pois esta ferramenta já é encontrada no Cubase, Nuendo, Logic e Sonar. Então, vamos falar neste artigo um pouco sobre a importância dessa função, agora disponível no Pro Tools 9.

De onde vem o delay que precisa ser compensado?

Ao inserir um plug-in em qualquer track, um pequeno intervalo de tempo é necessário para se processar o áudio. Esse intervalo de tempo resulta em um atraso no áudio a ser produzido, resultando em delay.

Por que o ADC, que existia faz tempo no Pro Tools HD, demorou tanto para implementar no Pro Tools LE?

Os plug-ins RTAS são processados pela CPU do computador, e poucos são os que geram atraso na realidade. Já no Pro Tools HD, os plug-ins TDM são processados por uma placa DSP, que é ligada ao barramento PCI do computador, e esse tráfego entre a CPU e a placa PCI causa atrasos inaceitáveis.

Mesmo micro-atrasos de poucos milissegundos precisam ser compensados?

Sim, mesmo que não seja perceptível auditivamente, atrasos de poucos milissegundos são suficientes para causar cancelamentos de fase em instrumentos que foram captados com mais de um microfone.


Cancelamento de fase

Como saber quanto de atraso meu plug-in está causando?

Pelo menu view > mix window > delay compensation temos uma indicação, em samples, do atraso que a cadeia de plug-ins no insert está causando.


Acima, segue um vídeo desenvolvido para a ProClass, no qual demonstro o funcionamento geral do Delay Compensation e problemas que podem ocorrer por conta do atraso gerado por plug-ins.

Cristiano Moura é certificado pela Avid como Pro Tools Expert Music Certified Instructor e ministra cursos de Pro Tools, Sibelius e Mixagem na ProClass, no Rio de Janeiro.

 

 

 

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Como alinhar regiões no novo Pro Tools 9

Publicado em 11 maio 2011 por Cristiano Moura

O Pro Tools é uma ferramenta muito interessante e que oferece recursos bem práticos para se alinhar eventos, notas, regiões com tempo, compasso, timecode ou, até mesmo, uma com as outras. No vídeo abaixo, desenvolvido para a ProClass, mostrei alguns atalhos utilizando um trailer de filme como demonstração, apesar de que as dicas também são 100% funcionais no trabalho com música.

Podemos resumir o vídeo acima da seguinte maneira:

-  Control (mac) / Start (win) + Click = alinha o começo de uma região com o começo da outra.

- Control (mac) / Start (win) + Command (mac) / CRTL (win) + Click = alinha o final de uma região com o começo da outra.

- Command (mac) + vírgula = cria um sync point.

- Control (mac) / Start (win) + Shift + Click = alinha o sync point de uma região com o começo da outra.

Neste artigo, vou falar de mais algumas funções que giram em torno do mesmo assunto, e que vocês devem conhecer para aproveitar ao máximo o poder de edição do Pro Tools.
Tab to Transients

Ligando esse botão, é possível mover o cursor diretamente para o próximo “pico” de cada região apertando a tecla TAB. Chamado de “transiente”, ou “transitório” em português, esses picos geralmente são o momento exato de uma execução, e conseguir navegar para um ponto como esse é uma vantagem e tanto.

Usando o SHIFT em conjunto com o TAB, além de movimentar o cursor, uma seleção também pode ser feita. Ótimo para se trabalhar com loops.

O que nem todo mundo sabe é que com ele desligado, a função TAB continua funcionando, porém, o cursor se movimentará de regiões em regiões, além de parar em sync points (para entender o que são sync points, veja o vídeo acima).

Spot Mode
Nesse modo de edição, ao tentar mover uma região, surgirá uma janela como na figura abaixo, e você poderá estipular então o local exato de onde se quer posicioná-la. No campo “Time Scale”, é possível selecionar entre min:segs, bar|beats, timecode e tudo mais.

Nudging
Essa ferramenta vale um artigo à parte, que abordar no próximo post. Digitando + ou no teclado numérico, podemos andar, em incrementos pré-estabelecidos com o cursor, uma seleção ou com uma região.

Até mais!

Cristiano Moura é certificado pela Avid como Pro Tools Expert Music Certified Instructor e ministra cursos de Pro Tools, Sibelius e Mixagem na ProClass, no Rio de Janeiro.

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Atalhos secretos do Pro Tools

Publicado em 30 março 2011 por Cristiano Moura

Como foi dito no artigo anterior, os atalhos do Pro Tools estão muito bem documentados em PDF. Para conferir em detalhes, acesse o menu Help do Pro Tools. Se você não tem o Pro Tools por perto agora, segue abaixo uma segunda chance pelo link abaixo:

http://akmedia.digidesign.com/support/compressed/Pro_Tools_90_Documents_69629.zip

Agora, para quem quer se tornar um “Mestre Jedi” em Pro Tools, além de devorar o PDF de atalhos e engolir o manual, ainda pode, como arma secreta, aprender alguns atalhos não documentados. Mostrarei os atalhos de Mac, lembrando que a diferença para o PC é mínima.

Atalhos do Pro Tools

Estes atalhos, e muitos outros não documentados, fazem parte da grade curricular dos cursos de certificação oficial de Pro Tools. Outros foram descobertos meramente por acaso. Abaixo, listo alguns deles:

ÚTEIS:

Control + Setas para esq/dir: mantém a região do mesmo tamanho, mas move o conteúdo usando o valor estipulado no Nudge.

Command + Option + E: dobra o Zoom. Ótimo para verificar edições rapidamente.

Command + Option + Control + click em um parâmetro de um plugin para ativá-lo para ser automatizado.


DIVERTIDOS:

Pro Tools 9Control + Option + Command + Click no Meter na Mix Window: “Engorda” os meters (foto à esquerda).

Option + C: zera os picos em todos os Meters da sessão.

Option + Page Up/Down: navegar o Mix/Edit Window para esquerda e direita.

Control + Option + Command + Click em uma região duplica “para trás”.
POR QUE NÃO PENSEI NISTO ANTES?

Control + Click com o grabber: move a região para a posição do cursor.

Control + Command + Click no ícone da forma de onda na Mix Window: faz o track “inactive” (foto abaixo).

Pro Tools 9

Control + Command + Shift + Option no ícone da forma de onda em um track da mix Windows faz todos os tracks selecionados em “inactive”.

Command + Option + Click no Input de um track: faz uma sequência para o input dos outros tracks. In 1, In 2, In 3, In 4, etc.
BÔNUS TRACK:

Nesse vídeo tutorial feito para a ProClass, expliquei como criar uma sessão do zero utilizando apenas teclas de atalho. Entre os atalhos utilizados, vários não estão documentados.

Se você conhece mais atalhos que não estão no manual, não deixe de compartilhar nos comentários. Abraços e até a próxima!

Cristiano Moura é certificado pela Avid como Pro Tools Expert Music Certified Instructor e ministra cursos de Pro Tools, Sibelius e Mixagem na ProClass, no Rio de Janeiro.

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O atalho dos atalhos no Pro Tools

Publicado em 14 março 2011 por Cristiano Moura

Command Focus

Independente de ser fã de Cubase, Sonar, Logic, ou qualquer outro programa, 99% das pessoas concordam que o Pro Tools é um dos softwares mais rápidos, práticos e fáceis de aprender. Existem atalhos de sobra, tudo muito bem documentado em PDF para Windows e Mac, podendo ser acessado pelo menu help.

Também não adianta fugir… Profissionais que trabalham rápido e conhecem os atalhos são mais bem vistos de forma geral. Passa segurança e, acima de tudo, em um ambiente no qual se cobra por hora, como um estúdio, por exemplo, ficar perdido com mouse navegando por menus e botões repetidamente não fica bonito para o engenheiro de som.

Neste artigo, vamos conhecer a função Command Focus, que eu chamo de “atalho dos atalhos”. Para isso, primeiro vamos relembrar como funcionam os atalhos comuns:

MANEIRA CONVENCIONAL

Normalmente, utilizamos combinações de teclas de “comando”, ou “modificadora” (Crtl, Alt, Shift, Start) com letras, ou números. Por exemplo, todos devem saber que CRTL + C é o atalho para “copiar”.

Também é importante ressaltar que acessando os menus, o atalho correspondente é sempre apresentado à direita, como na figura abaixo (fig.1).

Esta é a maneira convencional de se trabalhar e não há nada de errado nela. Mas você sabia que existe ainda uma maneira mais rápida?

KEYBOARD COMMAND FOCUS

Se olharmos com muito cuidado, podemos encontrar um pequeno botão escrito “A-Z” no canto direito superior da janela de edição (fig. 2). Este é o Command Focus. E qual a sua função? Fazer com que os atalhos fiquem ainda mais a mão, fazendo com que os mais comuns sejam ativados com apenas um botão. Em outras palavras, tira a necessidade de utilizar as teclas modificadoras.

Como são muitos, é muito comum não lembrar exatamente se um certo atalho é com “Crtl”, “Alt”, “Crl + Alt”, ou “Crtl + Shift + Alt”. Então, com o Command Focus ativado, tudo fica mais simples. Por exemplo, para copiar, basta apertar “C”; para colar, “V”, e para fazer desfazer, digite “Z”.

SUPRIMINDO O TECLADO NUMÉRICO

Para quem trabalha no Notebook, sempre recomendo a compra de um teclado numérico USB separado, que faz necessário para muitas funções interessantes. Uma delas é o nudge:

O comando é executado utilizando o “+” e “-“ no teclado numérico, e, na falta dele, entra em ação novamente o Command Focus. Com ele ativado, é possível usar o nudge com as teclas “ponto” e “ponto e vírgula”.

E SE O ASSUNTO INTERESSOU…

Talvez esteja na hora de pensar em adquirir teclados personalizados, que já tem indicado nas teclas os atalhos do Command Focus. Isso evita que a pessoa tenha que recorrer tantas vezes ao PDF do menu help, mencionado no início do artigo.

Para saber mais detalhes, acesse o link da logickeyboard que faz estes teclados: http://www.logickeyboard.com/shop/row/avid-pro-tools-645s.html

Caso prefira, existe ainda a KB Covers, que faz capas removíveis que podem ser colocadas em teclados convencionais e notebooks de todos os formatos. Conheça mais em http://www.kbcovers.com/servlet/Categories?category=Avid.

E se o orçamento está curto, recorra ao google, que ele te fornecerá alguns links em que se podem imprimir os atalhos em casa e colar no seu teclado.

Para finalizar, recomendo esse belo artigo (em inglês) detalhando as funções do Command Focus: http://www.soundonsound.com/sos/jun05/articles/protoolsworkshop.htm.

No próximo artigo, vamos continuar falando sobre atalhos. Que tal aprender alguns atalhos secretos do Pro Tools que não estão sequer documentados no manual da Avid?

Não se esqueça de assinar o Feed da coluna para receber as atualizações.

Abraços e até a próxima!

Cristiano Moura é certificado pela Avid como Pro Tools Expert Music Certified Instructor e ministra cursos de Pro Tools, Sibelius e Mixagem na ProClass, no Rio de Janeiro.

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Cinco melhores notícias da década sobre Pro Tools

Publicado em 15 fevereiro 2011 por Cristiano Moura

Terminamos o ano de 2010 e achei que seria bom fazer uma lista como esta abaixo. Veja que é uma lista pessoal, e, obviamente, pode haver discordância por parte de todos. Ficarei aguardando nos comentários outros itens que vocês acham que poderiam estar na lista. A ordem é cronológica, e não tem nenhuma relação com o grau de importância:

1 – Nascimento do Pro Tools LE:

Em 1999, o Pro Tools TDM era considerado o melhor e mais profissional software de gravação digital da indústria. Mas, pelo seu alto custo, não era o mais popular. Cakewalk 8, Cubase VST e Logic 5 estavam na frente nesse quesito.

Interface de áudio Digi 001

Eis que a Digidesign veio com a notícia bombástica! Lançamento do Pro Tools LE (alguns dizem que significa “light edition” e outros “limited edition”), voltado para project studios. O anúncio era tentador e dizia que você poderia ter um Pro Tools por menos de mil dólares. Alias, lembro como se fosse ontem: US$799.

Era a chance que o mercado precisava para conhecer mais de perto o tão falado “Pro Tools”. Foi uma revolução e sucesso imediato. Todo mundo que estava louco para montar um estúdio, ou gravar seus trabalhos em casa, juntou seus R$3000 (preço praticado no Brasil) e limparam as prateleiras das lojas, que ficaram sem estoque.

Enquanto escrevia sobre este artigo, recebi um depoimento do sócio-diretor da ProClass, Rodrigo Meirelles: “Estava começando a montar um estúdio em casa e passei a usar diariamente em meu PC com Windows 98 o tal “software utilizado nos grandes estúdios”. Mesmo já sendo uma tendência natural do início do século, a Digi001 e o Pro Tools LE concretizaram, por meio da mesma linguagem, o processo de “ir e vir” das sessões entre estúdios e casas.”.

O Pro Tools virou o jogo, e o que era considerado o melhor sistema de gravação se tornou o mais popular também.

2 – Aumento dos níveis de undo:

O Pro Tools LE foi lançado na versão 5. Depois do encanto, veio a realidade: A versão LE era bem pesada, rodava muito mal em Windows e, por várias vezes, você tinha que lidar com a frustração de mixar uma música no talo e não ter sobra de CPU para fazer o bounce to disk.

Mas, sem sombra de dúvidas, o que mais irritava os usuários era o fato de só ter um nível de undo. Todos os softwares da época já adotaram muitos níveis de undo, ou até infinitos. Na versão 5.1, aumentaram para 16 níveis de undo, mas ainda era uma piada se comparado aos concorrentes.

Finalmente, na versão 6.1, foi aumentado para 32 níveis de undo. Ainda que alguns considerem pouco, foi uma notícia muito comemorada e um alívio para quem trabalha constantemente com edição.

3 – Elastic Audio:

Em 2007, no lançamento da versão 7.4 do Pro Tools, a Digidesign resolveu agitar o mercado mais uma vez. Em uma época na qual loops de todo tipo estavam em alta e o grande desafio era conseguir importar loops em qualquer BPM com praticidade, o Elastic Audio veio na hora certa!

Muito prático e instintivo de usar, acabou sendo utilizado para outras 1001 tarefas, como, por exemplo, alongar frases de vozes, alinhar dublagens e criar efeitos especiais com a função Varispeed.

Para quem apanhava horas com o Beat Detective, o Elastic Audio era um sonho se tornando realidade. Rápido, prático e fácil de se voltar atrás. O desejo de quantizar audio da mesma maneira que se quantizava MIDI foi finalmente alcançado.


4 – MIDI e Score Editor:

Se tinha uma coisa que o pessoal “do contra” adorava falar do Pro Tools é que a parte de edição MIDI deixava a desejar. Mesmo quem não trabalhava com MIDI falava isso. Era quase uma maldição que os usuários de Pro Tools tinham que ouvir toda semana de algum “Cubaser” ou “Cakewalker”.

Finalmente, com a chegada o Pro Tools 8, esses questionamentos foram destruídos. Não só implementaram uma ótima janela de Piano Roll (chamada de Midi Editor), como também implementaram uma janela chamada de Score Editor para visualizar, editar e imprimir partituras com qualidade impecável.

Foi uma notícia de impacto não só pelo benefício em si, mas também por denotar indicações de que coisas estavam acontecendo dentro da empresa. O Pro Tools era conhecido por ser um software muito “tradicionalista”, em que tudo deveria ser feito na Mix Window ou Edit Windows e botões de atalhos não se moviam nem por decreto. Na versão 8, não só começaram a criar novas janelas, como também começaram a permitir o usuário mudar botões de lugar, alterar cores, etc. Algo inimaginável há 10 anos.

5 – Funcionamento com qualquer hardware

Até novembro de 2010, se você quisesse utilizar o Pro Tools tinha que, obrigatoriamente, adquirir uma interface de áudio da empresa. Esse sempre foi o grande trunfo da Digidesign. Ajudava nas vendas de interfaces e parecia que esta política continuaria assim por muito tempo, pois os usuários estavam acostumados com essa prática.

Mas estamos observando mais um indício das mudanças políticas da Digidesign após ser adquirida pela Avid. Após 12 anos, o maior “tabu” foi quebrado, e a partir da versão 9, você poderá utilizar o Pro Tools com qualquer interface que tenha suporte para ASIO ou Core Audio.

Aproveite a liberdade! Quer conhecer opções de interfaces? Acesse o artigo anterior.

Cristiano Moura é certificado pela Avid como Pro Tools Expert Music Certified Instructor e ministra cursos de Pro Tools, Sibelius e Mixagem na ProClass, no Rio de Janeiro.

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Lugares em que o Pro Tools HD Native se encaixa bem

Publicado em 06 janeiro 2011 por André Iunes Pinto

Pro Tools HD Native

Para quem ainda não está por dentro das últimas novidades, a Avid lançou o sistema Pro Tools HD Native, que tem o objetivo de preencher uma lacuna que existia entre as versões do Pro Tools LE (ou, simplesmente, Pro Tools na versão 9) e o Pro Tools HD.

Explicando de uma maneira bem simples, a ideia está em permitir ao usuário utilizar os recursos do Pro Tools HD e suas interfaces de áudio sem precisar comprar um sistema HD completo. E, de fato, é isso que acontece. Porém, há uma polêmica devido à limitação desse novo sistema em não rodar plug-ins TDM. Ou seja, muita gente fez cara feia, pois este é considerado um dos grandes atrativos do sistema HD.

Ainda assim, existem muitas situações em que esse sistema é muito bem-vindo. Neste artigo, vamos ver algumas delas:

Estúdio em que o foco é a gravação

Muitos estúdios hoje em dia sobrevivem por terem boas salas de gravação. O material é gravado lá, mas, depois, as fases de edição e mixagem seguem para outros estúdios.

Passar de Pro Tools LE, que oferece no máximo 18 entradas, para um Pro Tools HD Native, com até 64 canais, já é uma grande vantagem. No que tange à qualidade da gravação, também eleva o estúdio a outro patamar, pois as interfaces de Pro Tools HD são de qualidade muito superior às interfaces de Pro Tools LE. Além disto, abrem-se portas para 192kHz e pelo fato de que a gravação roda direto nos chips DSP. Sendo assim, o sistema trabalhará com zero de latência, sem pesar nada na CPU, nem precisar de ajustes de hardware buffer size.

Existe até uma economia financeira nesse caso, pois não há tanta necessidade de upgrade do computador, uma vez que o trabalho pesado fica nos chips DSP do Pro Tools HD Native.

Estudios que querem trabalhar com Surround

No Pro Tools LE, não existe possibilidade de se mixar em surround. A única opção era mesmo passar para o Pro Tools HD. O Pro Tools HD Native preenche muito bem esta lacuna, abrindo uma nova porta de trabalho para estúdio de médio porte.

Obs.: a partir do Pro Tools 9, é possível trabalhar com Surround se você tiver comprado o pacote adicional chamado de Complete Production Toolkit 2 (CPTK2). Ainda assim, é importante avaliar os preços e ver o que é melhor para o seu caso. O upgrade para Pro Tools 9 custa US$250 e o CPTK2 custa mais US$2.000.

Estúdios grandes com múltiplas salas

Em projetos grandes, normalmente mais de uma pessoa trabalha na produção. O Pro Tools HD Native seria ótimo para atuar na sala em que está sendo feita a edição, sonoplastia, entre outros processos.

Pro Tools HD Native

Você poderia argumentar que as edições poderiam ser feitas no Pro Tools LE, mas lembre-se da limitação de canais. Em uma produção para um filme de longa metragem, se fala de 100 canais pra cima.

Além disso, a compatibilidade é um fator importante. Apesar de ser possível abrir sessões do Pro Tools LE no TDM, e vice versa, existem muitas limitações. Só se garante 100% de compatibilidade se todos estiverem usando o mesmo sistema.

Até o próximo artigo!

Cristiano Moura é certificado pela Avid como Pro Tools Expert Music Certified Instructor e ministra cursos de Pro Tools, Sibelius e Mixagem na ProClass, no Rio de Janeiro.

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Pro Tools 9: qual interface de áudio escolher?

Publicado em 12 dezembro 2010 por Cristiano Moura

É com prazer que inauguro a coluna sobre Pro Tools no site Overdubbing. Iniciaremos nossa série de artigos falando sobre a novíssima versão 9 do programa, lançada oficialmente na AES 2010, em São Francisco, na Califórnia. Apesar de muitos já saberem, não custa repetir que a partir do novo Pro Tools 9, os usuários não são mais obrigados a comprar interfaces de áudio da Avid para rodar o software.

Tudo muito bonito e simpático da parte deles. Mas com essa liberdade de escolha, usuários que não tinham muita opção com relação à interface agora se encontram perdidos em um mar de possibilidades de marcas e modelos. Não é muito fácil comentar sobre esses produtos, pois depende de uma série de fatores, como número de entradas e saídas que você precisa, se prefere USB, ou FireWire, e assim por diante. Então, o objetivo desse primeiro artigo é apenas o de comentar sobre marcas:

Interfaces Digidesign/Avid
Antes de qualquer coisa, é preciso ter em mente que as interfaces da Avid continuam existindo, com excelente qualidade e, muito provavelmente, serão as utilizadas nos testes de novas versões do programa.

Interface de áudio da Avid
São ótimas opções, caso a política de preços seja repensada, pois elas sempre custaram um pouco mais, mas vêm com o Pro Tools. Já que agora não vem mais, esperamos alguma redução de preço.

M-Audio
Essa empresa também faz parte da Avid, e suas interfaces são uma das mais acessíveis com qualidade profissional. Geralmente, seus preços são inferiores aos das interfaces da Avid, então se torna uma opção muito atrativa. 

Interface M-Audio

Apogee
Suas interfaces pequenas são novas no mercado, entretanto sua fama vem de longa data. Os conversores de seus sistemas maiores são conhecidos por ser um dos melhores da indústria e, mesmo que alguns discordem, é quase padrão estabelecido no mercado. Suas interfaces maiores são uma das únicas compatíveis com Pro Tools HD, nos fazendo pensar que são empresas com boa relação entre si. 

Interface de áudio Apogee

RME
Uma das poucas empresas que conseguiram na prática chegar perto de um sistema HD e oferecer nas suas placas PCI zero Latency Monitoring sem afetar a performance da sua CPU, isso porque foi projetada com dois chips DSP para esse fim.

Interface de áudio RME

Dependendo da interface escolhida, você pode regular o buffer size para incríveis 32 samples (0.7ms de latência), sem fazer sequer cócegas na CPU.

MOTU
Muitos consideram seus produtos os melhores do mercado e veneram a marca. Realmente, é uma empresa que já tem história e sabe bem o que faz quando o assunto é interface de áudio.

Interface de áudio Motu

Focusrite
Novos no mercado de interface, mas com um prestígio absoluto, a Focusrite está chegando muito forte com interfaces de vários tamanhos. A nova geração foi apresentada na AES 2010 rodando Pro Tools 9, ao mesmo tempo em que o software era lançado. Isso significa que a empresa tem uma relação muito boa com a Avid.

Interfade de áudio Focusrite

Edirol
As interfaces da Edirol vêm se estabelecendo cada vez mais no mercado. Faz parte do grupo Roland, reconhecidamente uma das melhores empresas de teclados, sintetizadores, entre outros equipamentos. A Boss, também faz parte do mesmo grupo.

Interface de áudio Edirol

Presonus
Empresa que tem produzido equipamentos voltados para homestudios, com produtos de muita qualidade a preços bem atraentes.

Interface de áudio Presonus

Menções honrosas: empresas de nome, mas com pouca história nesse assunto: Mackie Oynx, Lexicon e Allen & Heath.

Cristiano Moura é certificado pela Avid como Pro Tools Expert Music Certified Instructor e ministra cursos de Pro Tools, Sibelius e Mixagem na ProClass, no Rio de Janeiro.

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