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Cabos: saiba o que há de melhor no mercado para seu instrumento

Publicado em 08 agosto 2011 por Paulo Henrique

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Creio que todos os leitores sabem bem a função desse acessório indispensável para se tirar aquele som da sua “guitarrinha”. Sem ele, simplesmente o som não chega aos falantes do amplificador, ou aos pedais do seu pedalboard. Cabos, em geral, são acessórios baratos. Mas alguns aspectos são relevantes para a escolha certa dos “fios” que farão a ligação entre o som das suas palhetadas e o alto falante dos amplificadores. Um cabo ruim, ou que corte o som por alguma falha, põe tudo a perder (seja em um ensaio da sua banda, ou pior, em uma grande e importante apresentação).

Um bom cabo deve transferir com transparência todas as reais características do som e deve ter o mínimo de ruído. Para isso, alguns podem utilizar cobre blindado com vinil, plugues banhados a ouro, prata, ou cobre. Aliás, os plugues (P10) são os principais elementos do cabo, pois é nele que se encontram a solda e os conectores que captam o áudio da guitarra e o transferem para o “amp”. Sabe-se que a grossura do cabo não é relevante para a qualidade do som, no entanto pode torná-lo mais resistente.

E como em tudo no mundo da música, quanto mais caro o cabo, geralmente melhores são (ou deveriam ser) seus componentes. Em relação a isso, creio que a maioria dos leitores entende mais desses detalhes técnicos que envolvem o assunto do que eu. Vamos ao que interessa e ao que norteia as informações desse post, que são as boas opções do mercado, levando-se em consideração (como sempre) o custo/benefício:


Cabos de 3 a 5 metros de comprimento

(para plugar a guitarra ao pedalboard)

Cabos Santo Angelo

Cabos Santo AngeloCom modelos a partir de R$ 20,00 (três metros – modelo Ninja, da foto), a fabricante nacional de maior prestígio é uma excelente e barata opção.

Sugestão do blog: se optar pela Santo Angelo, fique com o modelo ANGLL, que custa um pouco mais que o Ninja (R$ 25 em média – 3m) e oferece maior resistência.

 

 

Monster Cable

O modelo Cable S100-I-12A tem 3,65m de comprimento, possui tecnologia na construção que garante maior flexibilidade e resistência (a fabricante chama de “Duraflex”) e custa em média R$ 110 reais. Os plugues são banhados a níquel.

Planet Waves

O modelo mais básico da marca no Brasil é o Classic, com dois plugues retos e banhados a níquel. Custam em média R$ 40 reais. Outro modelo interessante é o Custom, com plugues banhados a ouro 24k. Custam entre R$ 70 e R$ 100 reais, dependendo da loja.

 


Modelo Classic e Custom da Planet Waves


Cabos para ligar pedais (de 25cm a 30cm):


Santo Angelo

A empresa oferece um kit com dois cabos de 0,25cm por R$ 40 reais.
AXL Patch Cables

Um kit com 3 cabos custa em torno de R$ 50 reais. Os Axl possuem as pontas dos plugues banhados a ouro e são de ótimo acabamento. Uma das melhores opções do mercado.

 

Planet Waves

A marca possui um kit que vem com 3 cabos que custa no mercado nacional em torno de R$ 70 reais.
Hosa

Uma opção barata sem deixar a qualidade de lado. Essa é a proposta do kit Hosa, que vem com 6 cabos e custa em média 60 reais. Melhor opção custo-benefício do mercado, sem dúvida.
kits para pedalboard

Uma tendência do mercado de cabos para pedais são os kits DIY (“faça você mesmo”). As empresas têm lançado essa proposta com a justificativa de que os kits podem oferecer uma otimização do espaço do seu pedalboard, já que é você quem vai estipular os tamanhos de cada cabo, com base na sua necessidade. Os kits vêm com os plugues (de excelente qualidade, diga-se de passagem), um cabo de 3 a 5 metros, um cortador para você dividir o cabo de acordo com a quantidade utilizada e o tamanho que deseja e, em alguns, um protetor de plug, aumentando assim a resistência do cabinho. Em todos os casos não há necessidade de soldar componentes, o que facilita e muito o serviço.


Kit de cabos VC POD, da Santo Angelo


O kit VC POD (leia matéria publicada no Overdubbing) vem com oito ou 12 conectores, dependendo da configuração; um rolo de cabos especiais; e um testador para conferir se a montagem ficou legal. É só enfiar o cabo dentro de um dos plugs P10, que são projetados com uma espécie de agulha interna para fazer o contato.

 

Kit George L’S para pedais

É o mais conhecido e mais “badalado” do momento. Custa a partir de R$ 280 reais nas lojas do Brasil e vêm com cabo de 3 metros, 10 plugues e 10 capas de proteção. Há ainda a opção de comprar os componentes de maneira individual.

 

Kit de cabos para pedalboard Planet Waves

Outra opção é o Gpkit10, que custa R$ 210 em média e é uma solução completa para o pedalboard. O kit permite montar até 5 cabos e vem com 10 plugues banhados a ouro, 10 ft (aprox.3.05m) de cabo e um mini cortador de cabo.

Lava Cable Mini Soar PedalBoard Kit

Possui características similares aos kits já apresentados, com a qualidade da Lava, uma das mais aclamadas marcas de cabos do mundo: Contém 10 plugues para montagem de 5 cabos, 1 cabo de 3 metros e protetor de plugue. Disponíveis a partir de R$ 200 reais (média das lojas dos Estados Unidos. Ainda não se encontram em lojas brasileiras).

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Como adquirir um pedal de efeito sem conhecê-lo?

Publicado em 30 junho 2011 por Paulo Henrique

Fonte: http://www.vintageandrareguitars.comÉ quase um desafio. Com o advento da tecnologia, crescimento da globalização e toda essa história que você já conhece das aulas de história moderna, tal fato tornou-se muito comum na comunidade musical. Quem nunca comprou um pedal pela internet, ou não conhece alguém que já fez isso?

O  motivo é muito claro: preço! A internet (leia-se lojas virtuais) hoje é capaz de oferecer preços extremamente competitivos, algo que as lojas físicas e tradicionais não conseguem acompanhar (até por conta do alto custo de manutenção da loja), causando um abismo de preços entre um e outro. Isso sem falar nas importações. Qualquer um pode fazer comprar diretamente dos Estados Unidos, onde há muitos fabricantes de pedais e acessórios para guitarra e os preços praticados saem muito mais em conta do que comprando no Brasil. Soma-se a isso a explosão do mercado de usados, que se aproveitou da segurança da internet para crescer e oferecer preços excelentes e produtos bem conservados em comparação aos equipamentos novos.

Mas, será que é fácil montar um set de pedais analógicos sem saber qual o timbre do pedal? O que fazer para comprar mais barato e não escolher o pedal errado, que não se encaixa no seu som?

Cada um tem sua metodologia e, portanto, não há um consenso de como “dar o tiro certo”. Mas algumas ferramentas, sem dúvida, auxiliam e muito a escolha. Vamos a algumas delas:

- Guitar Geek (www.guitargeek.com): Site americano que apresenta os sets de muitos guitarristas conhecidos no mundo da música. Então, para quem tá começando, ou tem pouco conhecimento sobre timbres, marcas e “conjunto” de efeitos que precisa para tirar seu som, é uma boa saber quais são os pedais utilizados pelo seu ídolo, ou guitarrista(s), como referência para você.  Além disso, você pode também ver uma lista de guitarristas que usam um determinado pedal.  Ex: digite Boss DS-1 que vai aparecer uma lista com Steve Vai, Andy Bell , Kurt Cobain, dentre outros.

- Fóruns: Existem dois excelentes fóruns de discussões de guitarristas que tratam a questão de pedais, quais escolher, preços, comparações, etc. O fórum Pedais & Pedaleiras do CifraClub e a comunidade de Efeitos de Guitarra no Orkut. Na comunidade, ainda há disponível um tópico mensal de compra e venda de equipamentos dos membros.

- Youtube (www.youtube.com): Muitos e muitos vídeos são postados por guitarristas profissionais e amadores. Excelente e indispensável fonte de informações para quem vai comprar  pela internet, pois apresenta o principal recurso de um pedal: o som! Ainda há a opção de vídeos que fazem comparações entre um pedal e outro, ou, se você não conhece muito bem algum efeito, também há vídeos que explicam também o seu uso.

Sites dos fabricantes: É mais uma opção de busca, principalmente se o pedal não for muito conhecido, ou se tratar de um handmade. Em 99% dos casos, o site da empresa apresenta vídeos, ou samples em .mp3 do pedal em questão. Mas é preciso cuidado em relação a esse tipo de busca: os sites em geral dão uma bela maquiada no som e pode haver diferenças em relação ao som do pedal na hora que o mesmo for plugado na sua guitarra em casa.

Blogs: Muitos existem com a finalidade de resumir todas as informações encontradas nas ferramentas anteriores em uma única página. Ou seja, não quer perder tempo? Procure um blog.

Nota:  Sabe-se que o blog é uma página que pode traduzir uma opinião pessoal (afinal, esse é o propósito dos blogs). Então, não deixe de verificar tudo o que for possível também nas outras ferramentas. Quanto mais informação você descobrir, maior é a sua chance de acertar a compra do pedal!

 
Paulo H. Freire é músico amador e criador do blog Últimas do Pedalboard , voltado para a busca de informações sobre efeitos e pedais de grandes guitarristas.

 


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Qual fonte de alimentação escolher para o seu pedalboard?

Publicado em 06 junho 2011 por Paulo Henrique

Sem dúvida um acessório que pode dar um “nó” na cabeça do guitarrista na hora de comprar. Mas não tem muito segredo. Em caso de dúvida, veja o manual de cada pedal do seu set, some o consumo (em mA – miliamperes) de cada um e verifique se a fonte suporta.

Ex:
Em média um Delay consome 70 mA, Over drive – 5 mA e Chorus – 35 mA.

A coluna Últimas do Pedalboard analisou cinco fontes que chamam a atenção pela relação preço/qualidade. Vamos à lista abaixo:

1. One spot Visual Sound Combo pack

Fonte One Spot
Sem dúvida a que mais agradou por ser bem completa e barata. Suporta consumo de até 1700 mA, vem com um plug que alimenta até 8 pedais (você pode comprar outro plug e alimentar 16 pedais, por exemplo), com dois adaptadores de bateria inclusos e mais dois adaptadores 3.5mm 1/8 para pedais Line 6 e Proco (RAT).

2. EFX Power Supply

EFX Power Supply
Com a qualidade indiscutível da renomada marca de Handmades EFX, essa fonte tem como pontos fortes o seu sistema multiplug, em que é possível plugar ou desplugar, de acordo com sua necessidade, os 10 cabos inclusos e, assim, organizar melhor o pedalboard, evitando aquele emaranhado de cabos. Funciona com 110 ou 220 volts e o fornecimento total de 1000mA para todas as saídas somadas.

3. Landscape PS-12

Landscape PS-12
A Landscape, que já é reconhecida pela qualidade dos seus pedais e amps, tem uma série de power supplies para pedais Ps-5, Ps-8, Ps-12 e Ps-16. Como a proposta aqui é levar em conta o custo/benefício, a Ps-12 é o modelo escolhido para ser indicado aqui. Trata-se de uma fonte estabilizada com tecnologia Noise Free, que garante uma alimentação com tensão de 9Vdc livre de ruídos e sem variações, com capacidade de fornecimento de corrente de até 750mA. Possui duas tomadas auxiliares de fácil acesso para conexão de fontes de alimentação adicionais e já vem com um multiplug, incluindo entrada para 12 pedais e um velcro para “grudá-la” no pedalboard.

4. JAM Pedal 12 Bivolt Noise Free

Jam Pedal 12 Bivolt
Outra fonte produzida por handmade que merece destaque, dadas as suas funções e preço. Basicamente é a mesma coisa do power supply da Landscape, o Ps-12 , só que mais potente: alimenta um consumo de até 1,2 mA, segundo o fabricante.

5. Fonte Estabilizada Hayonik

Fonte Estabilizada Hayonik
Essa é indicada para quem está começando a montar um set e não tem muita grana para investir em uma das outras quatro fontes que citadas acima. Alimenta quatro pedais e suporta um consumo de até 500 mA. Aguenta bem o trampo, mas pode ser considerado somente como um “quebra galho”.

Para o leitor que vem acompanhando a coluna Últimas do Pedalboard aqui no site Overdubbing, deixe um comentário caso encontre alguma fonte interessante.

Paulo H. Freire é músico amador e criador do blog Últimas do Pedalboard , voltado para a busca de informações sobre efeitos e pedais de grandes guitarristas.

 


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O “Efeito” China no mundo dos pedais

Publicado em 23 maio 2011 por Paulo Henrique

Não, a coluna de hoje não descobriu um novo efeito criado pelos chineses. O tema abordado é sobre como a China está entrando no mercado de pedais e competindo para valer! Talvez de forma mais tímida do que na indústria têxtil, automobilística, ou de eletrônicos, ela vem, como diria o velho clichê, “chegando para ficar” no mundo dos pedais. Assim como nas outras áreas, o produto Chinês aparece como uma alternativa absurdamente barata e com inúmeros benefícios. Mas e a qualidade dos componentes? Como sempre, é de se contestar.

A China já produz a grande maioria de renomadas marcas (os pedais da Boss, por exemplo, são made in Taiwan). Agora, surgem novos nomes produzindo pedais que prometem concorrer diretamente com as “grandes” marcas, custando muito menos (custam até menos que handmades!) e alguns deles já se encontram no mercado brasileiro, como a Biyang e a Nux by Cherub. Esses são fáceis  de se encontrar por aqui. Custam a partir de R$ 100  e possuem carcaça de metal, chave true-by-pass (itens obrigatórios de qualquer marca chinesa) e chaveamentos que permitem variações no timbre que aumentam as possibilidades de utilização do pedal (a Byiang, por exemplo, possui um Overdrive o OD-8 (foto) que simula Tube screamer, Super Overdrive e Distorção, custando menos da metade do preço de um deles.

Esssa marcas, no entanto, não são criadas para “durar”.  O que querem é o seguinte: os pedais ganham certa “fama” no mercado e, em seguida, são “brandeados”, isto é, são incorporados à grandes marcas. Aconteceu com os pedais Biyang que agora estão sendo comercializados também por outras marcas, como a GFS. O mesmo ocorreu com Beta Aivin, que virou Groovin, Artec que foi vendido também como Washburn…

Voltando a questão do custo/benefício, um pedal chinês é uma opção para quem não pode gastar muito. Dá para tirar um som legal com certos pedais. É indicado àqueles guitarristas que não fazem tantos shows (situação que sempre exige mais do equipamento) e em casos de pedais que são menos utilizados no set (eu uso pouco tremolo, por exemplo). Uma coisa é certa: em se tratando de som e, principalmente, durabilidade (isso é muito importante), pelo menos por enquanto os pedais chineses não chegam ao patamar de grandes marcas e nem de handmades de qualidade no mercado.

Se tem curiosidade em conhecer alguns desses pedais chineses, digita no google:
- Belcat
– Biyang
– Joyo
– Cherub Nux
– JPT
– Nxgeneration

Aqui, um vídeo do tube Overdrive da NuX by Cherub, citado no artigo. Mas não se iluda muito, pois esse som está muito bem “masterizado” – palavra de quem já possuiu um.

 

Paulo H. Freire é músico amador e criador do blog Últimas do Pedalboard , voltado para a busca de informações sobre efeitos e pedais de grandes guitarristas.

 


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Que pedal de efeito escolher: de marca, ou handmade?

Publicado em 04 maio 2011 por André Iunes Pinto

Por conta dos altos preços cobrados, os pedais de marcas renomadas do mercado, como Boss, Ibanez, Dunlop, entre outras, se tornam motivo de frustração e, ao mesmo tempo, cobiça. Todos querem ter no seu set um TS9, um OCD, um SD-1… Mas não é todo músico que pode investir tanto em um set. Eis que essa brecha (ou nicho) de mercado gerou uma alternativa interessantíssima: os handmades.

Exemplo de pedal original: TS-9 (fonte: Site da Ibanez)

Iniciados a partir da ideia de músicos, guitarristas, ou baixistas que trabalham com eletrônica e entendem muito bem sobre circuitos e componentes, esses novos entrantes causaram uma grande revolução no mercado, oferecendo boas alternativas aos músicos com um preço bem mais em conta, e sem muitas diferenças de timbre. A maioria não copia – garantem os fabricantes, até porque é contra a lei de propriedade intelectual e tudo mais. Alguns aventureiros até o fazem, mas esses são exceções. Acontece que os handmades sérios tomam por base circuitos de efeitos (como overdrive, distorções, etc. ) e agregam valor e o diferencial da sua “marca”.

Exemplo de pedal handmade fabricado no Brasil. (fonte: Star Dust)

 

VANTAGENS E DESVANTAGENS DO HANDMADE

Vantagens:

- Os preços são bem melhores. Alguns são até 30 % do preço do original;

- A negociação é mais flexível (o comprador entra em contato direto com o fabricante), garantindo assim uma ótima transação (descontos, garantias, pós-venda e formas de pagamento diferenciadas). Alguns também oferecem acabamento personalizado dos pedais;

- São feitas correções benéficas em relação ao modelo original (alguns oferecem chave true-by-pass, enquanto que os originais não; knobs mais resistentes; alterações no timbre; e, até mesmo, produção do pedal com componentes mais resistentes do que o original!).

Desvantagens:

- A falta de padronização pode implicar em perda de qualidade, se comparado aos projetos originais – que têm um modelo de produção padrão;

- Como competem por preço (quanto menor, mais chances têm de vender), alguns handmades podem produzir pedais com materiais de menor qualidade para reduzir o custo de fabricação e, dessa maneira, vender mais barato;

- Nem todos oferecem garantias sólidas e eficientes, como as grandes marcas têm. Alguns sequer oferecem garantia;

- Baixo preço de revenda.

VANTAGENS E DESVANTAGENS DAS GRANDES MARCAS

Vantagens:

- A padronização do produto: muito importante para quem compra pela internet e toma a decisão de comprar seu pedal baseado em vídeos na internet, pois aquele timbre que você imagina ser, será (descontando, claro, a diferença entre o seu equipamento e o do vídeo);

- Garantias asseguradas contra qualquer tipo de defeito de fabricação. É só ir à loja e apresentar o pedal defeituoso que você troca por um novo sem mais complicações (ou envia de volta para a loja em caso de compra pela internet);

- O “status” de ter um pedal de boutique (muitos se importam bastante com isso);

- Preço de revenda muito bom. Se a empresa parar a fabricação, então, se tornam extremamente valorizados. Você poderá vender até pelo dobro do preço que comprou. Um caso clássico é o do Rat. A empresa (ProCo) parou a linha de produção dos Estados Unidos e começou a fabricá-lo na China e o timbre (dizem) mudou um pouco (certamente a qualidade dos componentes também). Adivinha qual pedal é mais valorizado hoje? O Americano chega a ser de 40 a 60% mais caro.

Desvantagens:

- Preços elevados;

- Atendimento pós-venda fraco e ineficiente (as grandes marcas não se preocupam tanto com o que você pensa);

 

COMPARATIVO DE PREÇOS

Só a título de comparação, “montamos” um set básico para qualquer guitarrista só com pedais de grandes marcas e outro só com handmades, com o melhor custo/benefício (preço x qualidade) encontrado. O set sugerido é composto por:

Compressor Overdrive/Tube Screamer /Distorção – ChorusTremolo Delay.

Set com pedais conceituados e de melhores custos-benefícios no mercado brasileiro:

MXR Dyna Comp – R$290,00 / Ibanez TS9 – R$ 350,00 / Boss DS 1 – R$ 190,00 / ProCo Rat 2 – R$ 300,00 / Boss CH1 Super Chorus – R$ 250,00 / Danelectro DJ-5 – R$ 104,00/ EHX Memory Toy R$ 340,00

Total do set: R$ 1.814,00

Agora, o mesmo set montado apenas com handmades equivalentes aos originais citados no set anterior:

Star Comp – R$ 150,00 / Fuhrmann Tube Drive – R$ 170,00 / EFX Distortion – R$ 180,00 / MRoxy RTA – 200,00 / Star Chorus – R$ 180,00 / Blacksnake Tremolo – R$ 95,00 / MRoxy Digital Delay – R$ 200,00

Total do set: R$ 1.175,00

Diferença (considerável) de R$ 639,00, que pode ser ainda maior, se considerar outras versões de pedais dos citados.

Então, cabe ao músico avaliar o que melhor atende suas necessidades e condições financeiras. É uma questão subjetiva – qualidade é subjetiva. Cada um que decida se deve mesclar pedais originais e handmades, ter só de grandes marcas, ou handmades!

Assista abaixo a um comparativo entre pedais TS9 da Ibanez e Fat Drive, da T.Miranda, empresa baiana que produz pedais e amplificadores handmade (veja matéria sobre os pedais T.Miranda).

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Confira o set utilizado por Joe Perry, guitarrista do Aerosmith

Publicado em 26 abril 2011 por Paulo Henrique

Primeiro, é bom esclarecer algumas coisas que, porventura, podem se tornar confusas:

1) Apesar de o nome sugerir, essa coluna não tratará exclusivamente a respeito de pedalboards. Aliás, pretendo postar muito pouco sobre eles.

2) O objetivo maior é tratar sobre pedais de efeitos para guitarras e baixos, mas não da forma cotidiana que estamos acostumados a ver nos blogs (reviews, fotos e comentários sobre sua utilização).

O foco aqui é outro: apresentar alguns breves reviews sim e, por que não, tratar do custo/benefício de algumas marcas; publicar curiosidades, eventos, apresentação de efeitos, notícias e, ainda, setups de alguns guitarristas famosos, até para dar uma ideia melhor de como montar o seu. Ao longo do tempo, algumas idéias também podem ser incorporadas aqui.

Vamos ao que interessa. Olha só a lista de pedais do Joe Perry, guitarrista do Aerosmith.

Pedais:
- Radial Studio Guitar Interface SGI-RX receiver
- Klon Centaur Overdrive pedal
- Chicago Iron Tychobrahe Octavia pedal
- MoogerFooger MF-104Z Analog Delay pedal
- Line 6 MM-4 Modulation Modeler pedal
- Line 6 DL-4 Delay Modeler pedal
- Carl Martin Plexi-Tone pedal
- Digitech Whammy pedal
- Vox Wah-Wah Pedal
- Ernie Ball 6180 Mono Volume Pedal
- Radial Studio Guitar Interface SGI-TX transmitter

Fonte: guitarristpedalboard.


Quer ter um igual?
Veja o que deu para descobrir:

- O total do set é de US$ 3.212,00 (valores aproximados dos pedais, em lojas dos EUA).
- O pedal mais caro do set de Joe Perry é o Klon Centaur Overdrive pedal, que custa U$ 839,00.
- O mais barato é o Vox Wah-Wah Pedal, que custa U$ 59,95 (no Brasil, custa em média R$ 350,00). Esse pedal é recomendadíssimo. Grandes nomes da guitarra usam e ao procurar reviews sobre wah-wah, o Vox está sempre na briga pela liderança ao lado do Dunlop Cry Baby, que custa um pouco mais.


Klon Centaur Overdrive pedal, que custa U$ 839,00

Paulo H. Freire é músico amador e criador do blog Últimas do Pedalboard , voltado para a busca de informações sobre efeitos e pedais de grandes guitarristas.

 


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